Le Jazz petit: um bar de cocktails que ultrapassa seu tamanho físico

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Le Jazz petit: um bar de cocktails que ultrapassa seu tamanho físico

Jazz nos fundos, salão apertadinho, balcão para nove banquetas, oito mesas na calçada. Se quiser um lugar neste barzinho detentor de uma deliciosa atmosfera boêmia, chegue cedo. Vizinho do Le Jazz, bistrô dos mesmos donos, o Le Jazz Petit Bar, nasceu da ideia de um imóvel de apoio para a produção da cozinha do restaurante em Pinheiros. De fato, o apoio está lá nos fundos, mas sobrou um espacinho voltado para a rua, onde o bar foi instalado num balcão em formato de U com nove banquetas ao redor. Outros clientes podem se sentar às mesas da calçada.

Como a proposta é ser um bar, o programa de cocktails teve uma atenção especial. Originalmente desenvolvido pelo chileno Rodrigo Sepúlveda, o bar hoje é chefiado por ninguém menos que o filho do Mestre Derivan de Souza e, nesse contexto, Dante demonstra toda habilidade e excelência que certamente a genética o proveu na produção de  todos os ingredientes artesanais e na execução dos mais de  40 cocktails do menu. Tenta o Negroni envelhecido com Virga.


Os destaques são o Chet Baker (sloe gim Campari, suco de grapefruit, bitter de laranja e espumante), Billie Holiday (tequila, vermute, Aperol, purê de pepino, licor de laranja e limão), Tiki Le Petit (rum envelhecido, licor de anis, xarope de hibisco, laranja, abacaxi, limão e bitter de absinto) e o clássico  Dirty Martini, com três azeitonas recheadas de anchova e pimentão.  Ainda há cervejas, vinhos e destilados em doses.

 

 

O menu de petiscos, compacto, é bastante inusitado com o prensado de boudin (morcilla grelhada) com purê de maçã e chips de chorizo, o croquete de pé de porco com molho ravigote, a lula recheada com presunto cru e ostras frescas de Santa Catarina.

 


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